Para vender um imóvel no Brasil em 2026, o vendedor precisa apresentar no mínimo 7 documentos: certidão de matrícula atualizada, certidões negativas de débito (federal, estadual e municipal), comprovante de quitação de IPTU, CND da Receita Federal, certidão de ônus reais e documento de identidade com CPF. O processo completo leva entre 15 e 45 dias, dependendo do cartório e da forma de pagamento do comprador. Em março de 2026, compradores financiados exigem matrícula e certidões dentro da validade exigida pelo banco — alinhe datas antes de assinar o compromisso de compra e venda. A taxa de referência Caixa de 10,91% a.a. (SAC) usada pelo comprador nas simulações não dispensa a papelada do vendedor.
Lista completa de documentos do vendedor
Para vender um imóvel, o proprietário deve providenciar: Documentos pessoais: RG e CPF (ou CNH) do vendedor; certidão de nascimento ou casamento atualizada (máx 90 dias); se casado: documentos do cônjuge e regime de bens. Documentos do imóvel: certidão de matrícula atualizada (máx 30 dias) — emitida pelo Cartório de Registro de Imóveis; certidão de ônus reais — confirma que não há dívidas sobre o imóvel; certidão negativa de IPTU — emitida pela prefeitura; planta baixa aprovada (para imóveis urbanos). Documentos fiscais: CND — Certidão Negativa de Débito da Receita Federal; certidão negativa de débitos trabalhistas (CNDT); certidão negativa estadual (SEFAZ do estado).
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Quanto custa para vender um imóvel? Impostos e taxas em 2026
O custo médio para o vendedor ao negociar um imóvel em 2026: ITCMD: não se aplica (é para doações e heranças, não venda). Ganho de capital: 15% sobre o lucro imobiliário (diferença entre valor de compra e venda). Isenção se for o único imóvel e valor até R$ 440.000. Certidões e cartório: R$ 300 a R$ 800 dependendo do estado. Comissão do corretor: 6% do valor de venda (tabela COFECI). Exemplo: imóvel comprado por R$ 300.000 e vendido por R$ 500.000. Lucro = R$ 200.000. Imposto de renda sobre ganho de capital = R$ 200.000 × 15% = R$ 30.000. Em março de 2026, a Selic a 14,75% a.a. não altera a alíquota do ganho de capital, mas influencia a decisão de receber à vista ou financiado.
O comprador costuma pagar ITBI e registro; negocie no contrato quem arca com cada custo. Para o lado do comprador, o financiamento imobiliário Caixa em 2026 explica taxa de 10,91% a.a. (SAC) e documentação. Use a busca de imóveis do imobgo apenas se estiver comparando com locação antes de vender.
Como vender um imóvel financiado (ainda com parcelas)
Para vender um imóvel ainda financiado em 2026, existem 3 caminhos: (1) Quitação antes da venda — o comprador paga o saldo devedor à Caixa (ou banco) e o imóvel é desonerado. (2) Transferência de financiamento — o comprador assume o financiamento existente, sujeito à aprovação do banco. (3) Venda com carta de crédito — o comprador obtém novo financiamento e quita o saldo devedor do vendedor. Em março de 2026, cada modelo exige certidão atualizada e carta de anuência do credor; não prometa prazo de escritura sem confirmar dias úteis do cartório e da agência.
Quem compra com FGTS deve ler como usar o FGTS para comprar imóvel em 2026; quem vende pode combinar visitas após cadastre-se grátis no marketplace.
Passo a passo para vender seu imóvel com segurança
(1) Reúna toda a documentação listada acima. (2) Defina o preço com base no mercado (veja a tabela de preços por cidade no guia de preços do m²). (3) Publique seu anúncio com fotos profissionais. (4) Faça a visita e negocie presencialmente. (5) Assine o Compromisso de Compra e Venda (CCV) com sinal de 10-20%. (6) Aguarde a aprovação do financiamento do comprador (10-30 dias). (7) Lavre a escritura no cartório e registre a transferência. Em março de 2026, manter PDFs datados de cada certidão reduz idas ao cartório.
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Perguntas frequentes
Preciso de corretor para vender meu imóvel?
Não é obrigatório por lei. Um proprietário pode vender diretamente ao comprador (venda direta), sem corretor. No entanto, a comissão do corretor (6% pela tabela COFECI) geralmente se paga pela maior velocidade de venda e segurança jurídica. Em 2026, imóveis com anúncio profissional vendem em média 34% mais rápido do que anúncios sem foto ou descrição incompleta.
Qual a validade da certidão de matrícula para venda?
A certidão de matrícula tem validade de 30 dias para fins de transação imobiliária. Após esse prazo, o cartório de registro de imóveis pode exigir nova certidão. O custo médio em 2026 é R$ 35 a R$ 80, dependendo do estado. Certidões de ônus reais têm a mesma validade de 30 dias.